24 de jul de 2013

Curiosidades sobre o cigarro eletronico usado pelo Robert



Fazia muito tempo que não víamos uma foto de Robert com um cigarro na boca. E não dá pra negar…ele fica muito sexy deste jeito também. E sabemos que não é nada bom pra saúde. Mas o astro britânico tem consciência disto. No set de filmagem de Maps to the Stars, uma das muitas fotos postadas do ator ele estava com um cigarro na boca. Parece ser aquele cigarro eletrônico que ele aderiu em meados de Novembro do ano passado.

Robert foi apresentado a Leonardo Di Caprio por Reese Witherspoon e os dois ficaram amigos. Léo por sua vez apresentou a Rob o cigarro eletrônico do qual ele fazia uso e Rob viu nisso uma maneira de combater este vício.

Desde então, Robert foi visto fumando seus cigarros eletrônicos em vários momentos. Logo depois de rumores sobre ele estar realmente usando um destes cigarros ele os levou na entrevista para a MTV First com Josh Horowitz na divulgação do ultimo filme da franquia da Saga Crepúsculo, Amanhecer Parte 2 e em um dos breaks da entrevista, Rob tirou seu cigarro rapidamente e deu umas tragadas. No Elle Women em Hollywood Awards foi um outro momento.

Se você quiser relembrar o vídeo da entrevista para a MTV First acesse Aqui

Dia 01 de Julho, show da Beyonce, uma fã relatou que ganhou um cigarro eletrônico de Rob – #InvejaBranca Aqui

O ator Johnny Deep também usou um cigarro eletrônico no filme O Turista. Assista o vídeo com a cena Aqui

E você? sabe o que é um cigarro eletrônico e as consequências à saúde de quem o usa?

Em janeiro deste ano, a página globo.com apresentou uma matéria bem interessante sobre este produto e destacou celebridades que como Rob, aderiram ao uso.


Leonardo di Caprio fuma. Os atores Robert Pattinson e Dennis Quaid também. No Brasil, mesmo com a comercialização proibida pela Anvisa desde 2009, os cigarros eletrônicos voltaram a aparecer.


Por aqui usar pode, vender não. Mas na Internet a oferta do produto é alta, variada e facilitada. E, sendo assim, o número de usuários vai aumentando, por razões que vão de curiosidade à tentativa de largar o cigarro, mesmo que os médicos especialistas em dependência de tabaco rejeitem esta possibilidade. Somente nos EUA, existem hoje 400 marcas diferentes de cigarros eletrônicos.


“Experimentei para tentar parar de fumar, o gosto é bom e dá um certo prazer. Mas tem que fazer muita força para inalar, a bateria descarrega rápido, achei complicado e voltei para o cigarro”, conta a vendedora Núbia Heckert, fumante há mais de 20 anos que já tentou usar o adesivo de nicotina mas teve taquicardia.

Às vezes, quando fica sem cigarro, ela volta a usar o dispositivo chinês, comprado na Internet há seis meses.

Proibido

A proibição da Anvisa, baseada na legislação sanitária que exige comprovação de segurança e eficácia do produto (seja na redução de dano, seja no tratamento do tabagismo), não serve para coibir a venda.

“Temos outras situações como esta, como a venda de complementos alimentares na internet em que atuamos em conjunto com a Polícia Federal, mas não há muito o que possamos fazer”, afirma o diretor de monitoramento e controle sanitário da agência, Agenor Álvares.

Do ponto de vista médico não há recomendação. Segundo a pneumologista e psiquiatra Alessandra A. da Costa, do setor de drogas lícitas do Departamento de Psiquiatria da Uerj, os poucos estudos que existem sobre o tema apontam irritação na mucosa pulmonar causada pelo cigarro eletrônico. A FDA, agência americana que regulamenta alimentos e medicamentos, encontrou nos cartuchos, além da nicotina, as substâncias nitrosamina e dietileno glicol, cancerígenas e causadoras de dependência química.


“A primeira coisa que o médico que trata de dependentes de cigarro faz é quebrar o tripé de dependência: química, psicológica e o hábito”, explica. “O e-cigarro não colabora com isso porque induz ao mesmo gestual comportamental. Além disso tem nicotina, mesmo que se reduza o nível, os cartuchos não são padronizados”, diz a médica.

Mais problemas

Para o cardiologista Marcelo Montera, coordenador do Centro de Insuficiência Cardíaca do hospital Procardíaco, só a proibição da Anvisa e a contraindicação do uso terapêutico recomendado pela FDA e Organização Mundial de Saúde sobre o produto seriam suficientes para encerrar a questão.

“Há indicadores de que o produto estimula o vício e não há literatura científica sobre a diminuição de casos de câncer ou dependência”, adverte.

Outro problema, segundo ele, é a falta de comprovação de segurança. “Não é porque não tem alcatrão e outros elementos que o cigarro eletrônico é mais seguro; se o cigarro normal tem 60 elementos comprovadamente cancerígenos, este tem cinco potencialmente cancerígenos”, diz.

Ao contrário da maioria dos casos, o produtor Júlio Cunha conseguiu reduzir o nível de nicotina usando o cigarro eletrônico. Há um ano, começou com a carga de 18mg por ml, e hoje está na de 12mg por ml.

“O meu é americano, garantido pela FDA e para mim é um invento fabuloso. Meu cardiologista achou ótimo quando me viu trocar dois maços por esse cartucho. A vantagem é que o cigarro eletrônico você pode dar um trago e colocar no bolso, o outro você acende e tem que fumar até o final”, diz ele, que comemora a troca do que chama de cigarro analógico, e conta que pretende reduzir a carga para 6mg por ml em três meses.


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